A Formação sitiada: Diretrizes Curriculares de Educação Física em disputa

A Formação de nível superior em Educação Física (EF) encontra-se sitiada.

À sua direita, por aqueles que defendem a manutenção do Bacharelado tal qual prevalece hoje, praticamente se configurando como reduto predominante, quando não exclusivo, dos referenciais teóricos oriundos dos matizes teóricos biomédicos.

Também à sua direita enfileira-se o Conselho Federal de Educação Física, Confef, que tem na intervenção profissional dos bacharéis sua razão de existir, por mais que insista, maquiavelicamente e sem base legal, em abocanhar os profissionais da educação formal, trabalhadores da educação escolar brasileira e seus parcos – porém regulares – recursos…

Leia na íntegra no link abaixo:

A Formação sitiada: Diretrizes Curriculares de Educação Física em disputa

Um comentário sobre “A Formação sitiada: Diretrizes Curriculares de Educação Física em disputa

  1. Só para refletir a questão o prof.Dr Lino me representa… Confesso que não acreditava que o sistema crefs, precisaria ir tão longe para perpetuar seus gestores…Poderia por exemplo no caso concreto brigar na campo da jurisdição com os fisioterapeutas que andam roubando o mercado da Ginástica laboral e os Conselhos não dão um pio, inclusive colaboram em alguns casos… Universidades cheias, dando qq coisa, na verdade formando profissionais, tanto bacharéis quanto licenciados, com conhecimentos duvidosos…Anos luzes atrás dos antigos Licenciados Plenos, competentes para de fato intervir na querida e tão malhada Educação Física. O que mais fico pasmado é quando o Conselho tenta punir um licenciado que dá aulas em academia, que diga-se de passagem, geralmente ganha uma miséria, ou até impossibilitar um bacharel de ministrar aulas na escola … mas permite que normalistas e pedagogas deem aulas de recreação, ginástica etc… Como também que ex-atletas ministrem aulas em clubes, assim como faixas graduadas instruam crianças… Um verdadeiro absurdo !
    Precisamos dialogar sobre nossa práxis, para depois partirmos para o campo da juridição para não corrermos o risco de dar um tiro no próprio pê, como fazem os conselhos e até sindicato, asses estes então… Putz ! querem ser dono da EF, seja no mercado editorial, conselhos ou sindical… Pois gosta de serem gestores de tudo ,nos representando em todos os setores, Nao sabem passar a bola! Lamentável! Pois a EF somos milhares de professores não somente meia dúzias deles. que panelam os sistemas.

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